
Não está sendo fácil pra você balancear filhos e trabalho? Se você também sofre com esse dilema, saiba que não está sozinha no mundo. Uma pesquisa divulgada neste mês pela empresa norte-americana CareerBuilder mostrou que no outro hemisfério as mulheres também enfrentam esse problema. E muitos dos dados são bem parecidos com os revelados pela pesquisa CRESCER Mães e Trabalho.
O levantamento mostrou que uma em cada quatro mães norte-americanas acha que precisa escolher entre os filhos e o sucesso na profissão. O mesmo número afirma ter perdido três ou mais eventos significativos da vida dos pequenos por conta do trabalho no último ano. Aqui no Brasil, esse sentimento de estar longe e perdendo alguma coisa também é comum. No estudo feito pela CRESCER em 2011, apenas 25% das 5 mil participantes se mostraram satisfeitas com o tempo que passam ao lado dos filhos e 68% abririam mão de parte do salário para reduzir sua jornada.
Um dos dados mais impressionantes apontado pelo levantamento, que consultou 601 mães trabalhadoras e 729 pais trabalhadores, diz respeito à licença-maternidade. Uma em cada dez mulheres revelou ter ficado duas semanas ou menos de licença. Outras quatro em cada dez ficaram seis semanas ou menos. A pesquisa atribuiu essa tendência aos ambientes de trabalhos competitivos e cargos de muita responsabilidade. Aqui no Brasil, as mães costumam aproveitar melhor os quatro meses aos quais têm direito e muitas ainda se beneficiam dos dois meses extras dados às servidoras públicas e às funcionárias de empresas privadas que aderiram ao Programa Empresa Cidadã.
Mesmo com tantas tarefas, boa parte das mães, tanto cá como lá, conseguem passar mais de quatro horas com os filhos diariamente. Nos Estados Unidos, metade das mulheres passa quatro ou mais horas com a prole, segundo a CareerBuilder. No Brasil, 37% contaram à CRESCER que ficam mais de cinco horas ao lado dos filhos. Mas, para todas elas, esse tempo ainda é pouco. Você também se sente assim?
Fonte: http://revistacrescer.globo.com
Um dos dados mais impressionantes apontado pelo levantamento, que consultou 601 mães trabalhadoras e 729 pais trabalhadores, diz respeito à licença-maternidade. Uma em cada dez mulheres revelou ter ficado duas semanas ou menos de licença. Outras quatro em cada dez ficaram seis semanas ou menos. A pesquisa atribuiu essa tendência aos ambientes de trabalhos competitivos e cargos de muita responsabilidade. Aqui no Brasil, as mães costumam aproveitar melhor os quatro meses aos quais têm direito e muitas ainda se beneficiam dos dois meses extras dados às servidoras públicas e às funcionárias de empresas privadas que aderiram ao Programa Empresa Cidadã.
Mesmo com tantas tarefas, boa parte das mães, tanto cá como lá, conseguem passar mais de quatro horas com os filhos diariamente. Nos Estados Unidos, metade das mulheres passa quatro ou mais horas com a prole, segundo a CareerBuilder. No Brasil, 37% contaram à CRESCER que ficam mais de cinco horas ao lado dos filhos. Mas, para todas elas, esse tempo ainda é pouco. Você também se sente assim?
Fonte: http://revistacrescer.globo.com
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