terça-feira, 13 de agosto de 2013

Já é a hora de dar mesada para seu filho?

A revista CRESCER de agosto traz algumas reflexões sobre esse tema. CONFIRA!

mesada (Foto: Shutterstock)
“Mãe, eu quero!”, “Me dá?”, “Compra para mim?”. Se algumas dessas frases fazem parte do seu dia a dia, é hora de ensinar ao seu filho o valor do dinheiro. A primeira oportunidade acontece por volta dos 2 anos e meio quando costuma surgir o primeiro pedido de compra. É difícil resistir, nós sabemos, mas dizer sim a todos os desejos dele pode prejudicar o futuro financeiro do seu filho.
É importante mostrar que existem presentes que podem ser adquiridos agora e outros que precisam de planejamento, tempo e investimento. Questione-o sobre por que quer ou precisa de determinada coisa.
A partir dos 3 anos, o reconhecimento de moedas e células e o cuidado com o dinheiro também é fundamental. “Ensine que dinheiro não se rasga, molha, dobra ou rasura”, explica a especialista em educação financeira Cássia D’Aquino, autora do livro Educação Financeira – Como Educar seu Filho (Ed. Elsevier).


Uma dica é dar uma carteira pequena para seu filho começar a ter esse cuidado a partir dos 4 anos. Aproveite também uma ida ao supermercado para ensinar o que é caro e barato.
A mesada, no entanto, deve ser dada apenas por volta dos 6 anos. Mas apenas dar o dinheiro, sem ensinar a administrá-lo (gastar, doar, poupar), também não faz sentido. A especialista sugere que, dos 6 aos 12 anos, a média da mesada seja calculada por semana, já que um mês é muito tempo para as crianças. O valor para o cálculo deve ser a idade da criança multiplicada por R$ 1 (por semana).



É importante usar a medida da maneira certa. O valor não pode ser alto, pois seu filho precisa entender que não pode comprar tudo a qualquer hora, e que precisará abrir mão, por exemplo, de vários doces para comprar uma bicicleta.
6 dicas para dar mesada


=> Para crianças até 12 anos, o mais indicado é o pagamento semanal. Depois disso, para que elas aprendam a controlar por 30 dias as despesas, o ideal é a mesada.
=> Convide seu filho a fazer uma lista de prioridades para os gastos mensais.
=> Defina um dia para pagar a mesada e respeite a data e a quantia para que ele possa planejar os gastos.
=> Use um cofrinho, de preferência transparente. Ver o dinheiro aumentando e ouvir o som das moedas estimula o interesse e o aprendizado das crianças.
=> Alterações nos valores não devem ser constantes. À medida que a criança cresce, dá para aumentá-los, mas sempre em proporção ao orçamento da família.
=> Acompanhe, na medida do possível, o que está sendo feito com o dinheiro para ajustar as orientações necessárias.

Devo dar mesadas iguais para filhos de idades diferentes?


Se a diferença de idade entre eles for pequena, o valor deve ser igual, uma vez que as necessidades são mais ou menos as mesmas. Mas, se um filho for adolescente e o outro tiver 5 anos, por exemplo, o mais velho vai precisar de mais dinheiro. Esta não é, porém, a única regra. Para Fabio Gallo Garcia, professor de finanças das faculdades PUC e Getúlio Vargas (SP), é preciso levar em conta o meio social em que a criança está inserida para estipular uma quantia justa. E se o dinheiro de um deles acabar antes do previsto? Depois de estabelecida a quantia, ninguém deve receber mais até o próximo mês (ou semana, depende do acordo) – e vale a mesma regra para os dois. Assim, você ensina seus filhos a controlar os gastos
.

A alienação parental - Matéria da Revista Crescer


Alguns casais, quando se divorciam, não conseguem separar os problemas que têm entre si da sua relação com os filhos. Pode acontecer que um dos genitores comece a falar mal do ex-companheiro para a criança, tente desfazer o laço afetivo entre os dois e até mesmo manipule a criança para atingir o ex-companheiro e sua família. Essa atitude é conhecida como alienação parental – a mãe ou o pai tentam alienar a outra parte da convivência com o filho.
Nunca é fácil lidar com uma situação como essa, mas o primeiro passo é entender o que está acontecendo. De acordo com a psicóloga Patricia Bader, coordenadora do serviço de psicologia do Hospital São Luiz (SP), não existe um critério para identificar a alienação parental, mas como ela mexe muito com a criança, alguns sinais ajudam os pais a perceber que algo não está bem.
É comum a criança manifestar muita raiva em relação ao genitor que está sendo excluído. Ela passa a não querer mais encontrá-lo, recusa-se a fazer contato e pode falar coisas que não são próprias do discurso da sua idade – como “estou brava com o meu pai, pois ele não pagou a parcela da pensão”. Também é comum que fiquem doentes com mais frequência. “No caso de crianças de até 8 anos, a reação é muito maiscomportamental do que verbal. Em vez de conversar, ela fica triste, chora, nega a presença do outro”, explica Patricia.
Não é possível prever quais os desdobramentos na vida de uma criança que passa por essa situação. Mas, segundo Patricia, quanto mais tempo o caso persistir, pior é. E quanto mais cedo a criança passa por isso, também. “Quanto mais nova, menos recursos afetivos para lidar com o trauma”, diz a psicóloga.

A criança fragilizada com o conflito entre os pais pode ficar mais ansiosa, deprimida e com a baixa auto-estima, por achar que o que está acontecendo é culpa dela. Por isso, por mais que os pais estejam magoados um com o outro, não devem expor seus problemas mal-resolvidos para os filhos, nem usá-los como moeda de troca.
Para o pai ou a mãe que está sendo “agredido”, a recomendação é manter sempre o canal de comunicação aberto com o filho. Segundo Patricia, a melhor forma de mostrar que a fala do ex-companheiro não faz sentido é por meio de ações. “Seja coerente na forma de agir e demonstre com seus atos que eles podem confiar em você”, recomenda a psicóloga aos pais com esse problema.
A boa notícia para quem está passando por isso é que as coisas podem melhorar.Terapia é uma das intervenções possíveis. Mas atenção: se os pais estão com problemas, não basta achar que uma psicóloga vai ajudar a criança a passar por essa fase. O pai e a mãe também precisam procurar acompanhamento. Outra possibilidade é fazer terapia familiar ou um esquema de visitas assistidas (quando uma pessoa de fora acompanha o encontro entre filhos e pais). Em casos extremos, resta recorrer à Justiça para resolver o problema.
Quando o juiz precisa estabelecer os limites
Sim, alienação parental pode ser caso de Justiça e gerar uma ação judicial na Vara da Família. Se você acha que precisa de ajuda, a primeira coisa a fazer é procurar um advogado especializado. Segundo a advogada Juliana Cezaretto Fernandes, você também precisará juntar provas de que as atitudes do seu ex-companheiro (ou da sua ex-companheira) são prejudiciais para seu filho e para você mesmo, como desenhos feitos pela criança ou vídeos. Não ter uma prova física não impede a abertura do processo. A única coisa que pode acontecer nesse caso, segundo Juliana, é a audiência se transformar em um bate-boca dos pais, já que fica a palavra de um contra a palavra do outro.
De qualquer maneira, assim que seu caso chegar a um juiz, ele provavelmente pedirá uma perícia médica e laudo psiquiátrico para saber se é realmente um caso de alienação parental e quão grave é a situação. As sentenças vão desde nomear um psicólogo para acompanhar a criança e conciliar os pais até perda da guarda, nos casos extremos.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Frase do dia!

Frase especial para todos os trabalhadores/sonhadores neste feriado.


Para as mamães/leitoras do blog!



Meus filhos me chamam de “mamãe”. Não sei exatamente o que determina isso. Eu chamo minha mãe de “mãe” desde pequenininha. É curioso, são formas de falar que vão tomando conta da nossa língua. Aqui em casa, sem nenhum esforço ou regra, virei mamãe. Confesso que acho lindo esses pernas peludas, maiores que eu, sacudirem seus ralos bigodes em mamães daqui e dali. Acho bonita a palavra. Tem um bebê dentro. É como se a primeira sílaba se dobrasse numa gagueira infantil. O som de mamãe pede, chama, me lembra mama, me lembra que amamentei. Não ficaria triste se, de repente, passarem a me chamar de mãe. Mãe também é lindo. Mas mamãe é campeão. 


O problema é que eu também ando me chamando de mamãe. “Quer que a mamãe faça pra você?” “A mamãe sai do teatro e te liga.” Não sei exatamente o porquê. Nunca fui muito destes clichês tatibitati e até admito ter tomado certo cuidado com eles, mas vivo agora deixando escapar um irritante mamãe referindo a mim mesma na terceira pessoa como se eu fosse o Pelé ou a rainha da Inglaterra. Me sinto ridícula. Meus filhos já são dois brutamontes e eu fico falando “a mamãe pega”! Quando eles eram pequenos, ainda tudo bem, mas agora parece que eu estou me referindo à maior mãe do universo, a grande mãe, a Mãe Terra. “A Pachamama vai passar um e-mail e já vai.” Não sei o que me dá. Escapa. É maior do que eu. Entretanto, desconfio que seja algum movimento do meu inconsciente nesta hora limítrofe de meus filhos adolescentes. Estou em temporada com uma peça onde faço o papel da mãe nervosa de uma adolescente. O texto é muito bom. Algumas vezes, digo para a menina que não pode fazer algo porque ainda é uma criança e outras porque não é mais uma criança. Adolescente é criança ou adulto quando convém. A eles e aos pais. Os dois lados se aproveitam do terreno fronteriço onde se equilibram. Tenho vontade de ligar para a mãe do amigo do Pedro para saber se ela vai ficar em casa depois que eu deixá-lo lá e, ao mesmo tempo, quero que ele compre sozinho os ingressos do cinema pela internet e faça sua cama ao acordar. É uma fase de grandes contradições. 



Talvez esse “mamãe” continue mesmo teimando em minha boca numa inconsciente valorização de despedida do meu papel de protetora. É bonito demais ver crescer a autonomia de nossos pequenos mas, vamos confessar, é também muito doído. Isso talvez explique muitos dos micos a que nós, mães, nos sujeitamos. Me perdoem, a mamãe promete que vai continuar se esforçando para tirar o mamãe da boca, mas a mamãe tem quase certeza que é puro ato falho pela imensa saudade antecipada que ela está sentindo de todos esses mamães.

por DENISE FRAGA

Mantendo o vínculo com seu filho enquanto você trabalha!


A revista CRESCER trouxe em sua última edição uma matéria com algumas dicas para que mesmo em seu trabalho você esteja de alguma maneira presente para seus filhos. Dentre as dicas estão: uma foto, um objeto seu, um telefonema. 

Confira a reportagem a seguir, retirada de: www.revistacrescer.globo.com



 Shutterstock
Até os seus colares podem ajudar a matar a saudade

Vocês se veem rapidamente durante a manhã e depois só à noite, após o trabalho. Nesse intervalo, bate uma saudade e até uma pontinha de ciúmes da babá ou da professora da escola. Veja cinco maneiras de se manter bem próxima do seu filho, mesmo quando você não está em casa. 


- Ligue para ele: Um estudo da Universidade de Wisconsin, nos Estados Unidos, mostrou que o cérebro da criança reage da mesma maneira – liberando ocitocina, o hormônio do bem-estar – com o contato físico ou com um telefonema da mãe. 

- Faça uma gravação: Pode ser lendo uma história, cantando uma música ou apenas mandando um recado para dizer que está com saudades. Dessa forma, seu filho vai poder ouvir a sua voz sempre que quiser. 

- Converse com uma câmera pela internet: Se você trabalha em um escritório, verifique se é possível instalar um programa de conversa instantânea com uma webcam para falar e ver seu filho ao mesmo tempo. Você pode reservar 15 minutos do horário do seu almoço para conversar com ele. 

- Deixe seu filho brincar com um objeto seu: Pode ser uma peça de roupa com o seu perfume, seus colares ou qualquer outro objeto que lembre você e possa diverti-lo.

- Coloque uma foto sua na lancheira: Se for do fim de semana, melhor ainda e se ele já souber ler, você pode escrever um bilhete com uma mensagem carinhosa.

quarta-feira, 17 de abril de 2013

4 dicas para estimular a parceria entre irmãos


O amor entre eles é inquestionável, mas a convivência precisa ser cuidada e incentivada. Veja algumas sugestões para melhorar o relacionamento dos irmãos



Fernanda Carpegiani



 Shutterstock












- Respeite o jeito de cada um e valorize as diferenças sem fazer comparações entre eles. Se for elogiar ou criticar, tente não usar o outro filho como parâmetro. Valorizar os atributos positivos de cada um faz com que entendam que são seres especiais e únicos, inclusive nos defeitos e qualidades;


- A relação entre os irmãos se fortalece quando os pais estimulam a cooperação em vez da competição. Você pode propor atividades em conjunto, como brincadeiras, jogos, passeios (com os pais ou só entre irmãos) e até incentivar que um ajude o outro nas tarefas e lições de casa;

- Quanto maior a diferença de idade, mais importante é esse estímulo por parte dos pais. 

Quando for sair só com um filho, inclua os irmãos de alguma forma, nem que seja em uma conversa. Se forem a uma loja, você pode trazer uma lembrança para os que ficaram em casa. Assim todos estarão presentes, mesmo que não seja fisicamente;

- Você sabe que os pais são os principais modelos das crianças, e na relação com os irmãos não é diferente. Eles vão se basear na sua relação com o parceiro ou parceira e também na forma de interação de vocês com cada filho. Demonstre amor e carinho para estimular a cumplicidade e criar um ambiente seguro para a interação entre os irmãos.



Segurança na saída da Escola


Após caso de mulher que se passou por mãe de aluno em Barra do Piraí (RJ), pais precisam ficar atentos
Marcela Bourroul

  shutterstock










Um caso que culminou na morte de uma criança de 6 anos chocou os moradores de Barra do Piraí, no Rio de Janeiro. Tudo começou quando a manicure Suzana do Carmo de Oliveira Figueiredo, 22 anos, ligou para o colégio onde João Felipe Eiras Santana Bichara estudava, e fingiu ser a mãe do menino. Ela pediu aos funcionários do Instituto de Educação Nossa Senhora Medianeira que liberassem o garoto mais cedo. 


Segundo a Polícia Civil do Rio de Janeiro, Suzana pegou um táxi e parou em frente à escola e, em seguida, pediu para o taxista buscar a criança. João foi levado até o Hotel São Luiz, no centro da cidade, onde foi asfixiado pela manicure com uma toalha molhada. Ela confessou o assassinato à polícia. 



O caso chegou ao conhecimento da delegacia de Barra do Piraí por volta das 19h de segunda-feira (25) e o corpo de João foi encontrado em uma mala menos de uma hora depois. Várias pessoas envolvidas no caso foram ouvidas ontem, como taxistas, policiais militares e funcionários do colégio. Em depoimento, a manicure apresentou várias versões para a motivação do crime. Suzana foi presa pelo crime de homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel, emboscada e por ocultação de cadáver. A polícia seguirá investigando o caso para esclarecer o que motivou o crime. 



Ao ler essa notícia, é muito provável que pais e mães se perguntem se um caso como esse também poderia acontecer na escola de seus filhos. CRESCER conversou com Benjamin Ribeiro da Silva, presidente do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Estado de São Paulo (Sieeesp), para saber quais medidas as escolas devem adotar para evitar autorizar a saída da criança com a pessoa errada. 



Segundo ele, toda escola deve ter uma regra rígida para liberar os alunos. “O que nós orientamos no sindicato é que exista uma pessoa fixa, que retire a criança com frequência, e que a escola peça que qualquer pessoa diferente tenha uma autorização especial para levar o aluno embora.” Afinal, pode acontecer de os pais ficarem presos no trabalho, no trânsito, no médico ou terem qualquer imprevisto que os impeça de chegar um dia ou outro. 



Outra dica de Benjamin é que os pais identifiquem na agenda do filho quem deve ir buscá-lo em casos excepcionais (a avó, a babá ou quem sempre dá uma força em dias mais complicados). O mesmo também deve ser feito com as pessoas que não devem retirar o aluno em hipótese alguma - especialmente em casos de pais separados, quando uma das partes não está autorizada a ver a criança. 



A escola também pode se certificar de que uma informação é verdadeira, como no caso do telefonema que a manicure fez. Caso um pai ligue avisando que um tio vai buscar a criança, não é zelo demais desligar o telefone e ligar de novo para o número que consta no cadastro do aluno como sendo dos responsáveis e confirmar a informação. Caso na escola do seu filho o sistema de segurança seja falho, você pode sugerir que os pais enviem fotos das pessoas que podem buscar as crianças. 



“Um dos grandes diferenciais da escola particular é segurança, e ela precisa se policiar a todo momento. Eu sinto muito por essa tragédia que, infelizmente, pode acontecer em qualquer lugar”, afirmou Benjamin. 



O Instituto de Educação Nossa Senhora Medianeira foi procurado pela reportagem durante a tarde, mas a porta voz do colégio não estava no local. As aulas foram suspensas até sexta-feira e em nota divulgada no site o Instituto afirmou estar em luto pela morte da criança.




segunda-feira, 18 de março de 2013

100 livros que todas as crianças deveriam ler!

A Folha Online publicou uma lista feita por professores e estudiosos da área da literatura infantil que apontaram 100 livros que consideram importantes para o conhecimento de toda criança!

Aí estão eles: 

"Alice no País das Maravilhas" - Lewis Carroll
"Bisa Bia, Bisa Bel" - Ana Maria Machado
"O Bichinho da Maçã" - Ziraldo
"A Bolsa Amarela" - Lygia Bojunga
"Chapeuzinho Amarelo" - Chico Buarque 
"O Gênio do Crime" - João Carlos Marinho
"Histórias Maravilhosas de Andersen" - Hans Christian Andersen
"História Meio ao Contrário" - Ana Maria Machado
"Menina Bonita do Laço de Fita" - Ana Maria Machado
"Ou Isto ou Aquilo" - Cecília Meireles
"O Mágico de Oz" -  Lyman Frank Baum
"Reinações de Narizinho" - Monteiro Lobato
"Fábulas" - Monteiro Lobato
"Marcelo, Marmelo, Martelo e Outras Histórias" - Ruth Rocha
"Sua Alteza, a Divinha - Um Conto do Nosso Folclore" - Angela-Lago
"O Menino Maluquinho" - Ziraldo
"As Aventuras de Tom Sawyer" - Mark Twain
"A Arca de Noé" - Vinícius de Moraes
"A Fada que Tinha Idéias" - Fernanda Lopes de Almeida
"Exercícios de Ser Criança" - Manoel de Barros
"A Bruxinha Atrapalhada" - Eva Furnari
"Contos de Grimm" - Wilhelm e Jacob Grimm
"Contos de Perrault" - Perrault
"Corda Bamba" - Lygia Bojunga
"De Não em Não" - Bartolomeu Campos de Queiróz
"Dengos e Carrancas de um Pasto" - Jorge Miguel Marinho
"Diário de um Gato Assassino" - Anne Fine
"Doze Reis e a Menina no Labirinto do Vento" - Marina Colasanti
"Os Doze Trabalhos de Hércules" - Monteiro Lobato
"É Isso Ali" - José Paulo Paes
"Faca Afiada" - Bartolomeu Campos de Queiroz
"A Flor do Lado de Lá" - Roger Mello
"Histórias de Bobos, Bocós, Burraldos e Trapalhões" - Ricardo Azevedo
"Um Homem no Sótão" - Ricardo Azevedo
"Indez" - Bartolomeu Campos de Queiróz
"Indo Não Sei Aonde Buscar Não Sei O Quê" - Angela-Lago
"Lin e o Outro Lado do Bambuzal" - Lúcia Hiratsuka
"A Maior Flor do Mundo" - José Saramago
"Mania de Explicação" - Adriana Falcão
"Memórias da Emília" - Monteiro Lobato
"O Menino que Espiava pra Dentro" - Ana Maria Machado
"O Menino Quadradinho" - Ziraldo
"Meninos do Mangue" - Roger Mello
"Meu Livro de Folclore" - Ricardo Azevedo
"As Mil e Uma Noites - Volumes 1 e 2" - Versão de Antoine Galland
"Os Miseráveis" - Victor Hugo
"A Moça Tecelã" - Marina Colasanti
"Não Olhe Atrás da Porta" - Lia Neiva
"As Narrativas Preferidas de um Contador de Histórias" - Ilan Brenman
"No Olho da Rua" - Georgina Martins
"Nossa Rua Tem um Problema" - Ricardo Azevedo
"O Olho de Vidro do Meu Avô" - Bartolomeu Campos de Queirós
"Onde Tem Bruxa Tem Fada" - Bartolomeu Campos Queirós
"Palavras, Palavrinhas e Palavrões" - Ana Maria Machado
"Um Passarinho Me Contou" - José Paulo Paes
"Pé de Pilão" - Mário Quintana
"O Pequeno Nicolau" - René Goscinny
"Pererêêê Pororóóó" - Lenice Gomes
"Peter Pan" - James Barrie
"O Picapau Amarelo" - Monteiro Lobato
"Poemas para Brincar" -De José Paulo Paes
"Poesia Fora da Estante" (volumes 1 e 2) - De Vera Aguiar, Sissa Jacoby e Simone Assumpção (org.)
"(O) que os Olhos Não Vêem" - Ruth Rocha
"Raul da Ferrugem Azul" - Ana Maria Machado
"Restos de Arco-Íris" - Sérgio Capparelli
"Os Rios Morrem de Sede" - Wander Piroli
"Sabedoria das Águas" - Daniel Munduruku
"Seis Vezes Lucas" - Lygia Bojunga
"O Sofá Estampado" -Lygia Bojunga Nunes
"A Televisão da Bicharada" - Sidônio Muralha
"Todo Cuidado é Pouco!" - Roger Mello
"Viagem ao Céu" - Monteiro Lobato
"A Vida Íntima de Laura" -Clarice Lispector
"A Vida e Outra Vida de Roberto do Diabo" - Ricardo Azevedo

TEMOS TEMPO!!!


A falta de tempo é um mal moderno...a falta de tempo para se estar com os filhos é quase que uma constante nas famílias contemporâneas.
Quando se questiona ou se alega a falta de tempo para ir à reunião de pais na escola, buscar os filhos nas atividades, almoçar, jantar junto, entre outras atividades acabamos não pensando que muitas vezes 10 minutos de brincadeira, conversa e principalmente atenção aos filhos já são suficientes.

E quando crescerem será que essas crianças terão em seus pais fonte de confiança, respeito e carinho? Enquanto eles ainda não cresceram ainda TEMOS TEMPO!!!

Seguem abaixo algumas dicas de como aproveitar melhor o tempo com seus filhos:


Estipular horários: crie uma regrinha mentalmente do horário que deixará disponível só para seu filho, como por exemplo, ficar 10 minutos depois do jantar com eles, tirar as preocupações da cabeça e focar em ouvir, brincar, ler, desenhar, ajudar na lição de casa, ver a novela juntos ou assistir a um desenho animado.
Descubra algo em comum: o que você mais gosta de fazer com as crianças? Pense na atividade que todos se sentem realizados em participar, isso tornará esse tempo ainda mais agradável. Não deixe também de ter curiosidade com os gosto e desejos dos seus filhos, isso o tornará mais próximo dele e você sempre será avisado das decisões do pequeno. A atividade pode ser ainda mais prazerosa se você puder resgatar a sua brincadeira favorita quando criança e tentar reproduzí-la com seu filho. 
No decorrer da semana: busque dedicar os finais de semana com mais intensidade para seus filhos. Durante a semana, entre o seu trabalho e as tarefas escolares das crianças, aproveite pequenos momentos para estarem juntos. Pode ser na hora de fazer o almoço ou do jantar, por exemplo. Todos podem ajudar com pequenas tarefas, um arruma a mesa, o outro prepara o suco, e assim todos estarão fazendo uma atividade em conjunto!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A alimentação dos super heróis



“O que o Batman comeria?” Segundo pesquisadores da Universidade Cornell, em Nova York, essa pergunta pode influenciar crianças a escolher comidas mais saudáveis. O pesquisador Brian Wansink observou o comportamento alimentar de 22 meninos e meninas entre 6 e 12 anos que participavam de um acampamento de férias na Holanda. Segundo ele relatou em artigo publicado na Pediatric Obesity, uma vez por semana, antes do almoço, ele e seus colegas mostraram aos pequenos uma dúzia de fotografias de heróis e vilões populares. Ao exibirem cada imagem, perguntavam às crianças qual opção de acompanhamento o personagem da foto escolheria: maçã fatiada ou batata frita – as mesmas oferecidas nas refeições do acampamento.

“Em média, apenas duas crianças optavam por frutas em vez de batata. Mas, nos dias em que fizemos o ‘exercício’ antes da refeição, cerca de dez delas pediram maçã”, diz Wansink, que explica que a maioria delas associou os ídolos aos alimentos mais saudáveis e os vilões à comida industrializada. “Talvez por terem uma ideia do que seria um comportamento alimentar mais correto”, acredita.

Uma porção de batata frita pequena, como a do estudo, contém 227 calorias, contra 34 do pacotinho com maçã. De acordo com os cálculos feitos pelos pesquisadores, no caso de crianças que consomem fast-food uma vez por semana, trocar a fritura pela fruta pode evitar o ganho de 3 quilos a mais em um ano. “Redes de fast-food investem pesado em publicidade. Vários estudos constatam o forte apelo sobre os mais jovens e até mesmo sobre os pais. Recorrer às imagens de super-heróis pode contrabalançar essa influência”, sugere Wansink.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

DICA DE FÉRIAS - DETONA RALPH


As férias estão terminando para alguns...
Nós da Roda dos Sonhos não poderíamos deixar que elas passassem sem dar essa sugestão divertida para toda a família!
Detona Ralph traz os jogos de vídeo game dos anos 80 para compor um sucesso bem atual! Ralph, cansado de ser o "detonador", o vilão do jogo de fliperama do Conserta Félix Jr. dá a volta por cima, passando por muitas aventuras (algumas até bem doces!!!) com a pequena Vanellope.

Ralph usa sua força a seu favor e à favor de Vanellope ajudando sua coleguinha a se tornar uma personagem principal em seu vídeo game, não mais um bug.

Fica a dica!