quarta-feira, 30 de julho de 2014

Socorro, meu filho come mal! - DICA DE PROGRAMA DE TV E LEITURA





Boa tarde, pessoal!
Hoje trazemos uma sugestão de programa de TV que a Roda dos Sonhos A-D-O-R-A e recomenda!!!
É o "Socorro, meu filho come mal" da GNT que conta com uma ajudinha de uma nutricionista infantil às família pedem ajuda ao programa para mudar os hábitos alimentares de seus filhos.

O programa vai ao ar todas às terças às 21:30 e inclui idas às feiras, mercados, escolha dos alimentos, preparo de alimentos junto às crianças, entre outras alternativas pensadas em cada caso de cada criança, sempre envolvendo a participação da criança e de sua família.

E você deve estar se perguntando...o que nós da Roda dos Sonhos, psicólogas temos à ver com alimentação? Temos tudo à ver pois a comida é uma das primeiras relações da criança e que vai durar para sempre, através dela a criança vai socializar com os amigos, experimentar novos sabores, se abrir para possibilidades...a relação com a comida tem tudo à ver com as relações que a criança terá na vida!!! 

A nutricionista que comenda este programa também lançou um livro, com título igual ao do programa, para quem preferir ler.


Esperamos que gostem da dica!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Estímulo para elaborar o conteúdo.





Fonte: Revista CRESCER, junho de 2014.

8 Formas de impor disciplina em casa!




Tenho percebido muita dificuldade por parte dos pais e cuidadores em conseguir impor respeito e disciplina em relação às crianças, o que acaba por repercutir no dia-a-dia da família, na escola e também nas relações estabelecidas com as crianças. A dificuldade em aceitar e seguir as regras estabelecidas pode trazer dificuldades de aprendizado, relacionamento, entre outras consequências para o desenvolvimento emocional saudável de nossas crianças.

A revista CRESCER de abril de 2014 trouxe algumas dicas que achei bastante interessantes e, por isso, compartilho com vocês! Vale ressaltar que cada casa e família pode sempre adaptar essas dicas à sua rotina e à sua realidade.

Por Fernanda Montano e Giovanna Maradei - atualizada em 04/04/2014 19h07
meninas_pulando_cama (Foto: Thinkstock)
Há crianças mais geniosas, outras mais tranquilas. Existem pais mais firmes, outros coração mole. Por isso, a maneira de estabelecer limites que funciona para um, pode não funcionar para o outro. Cabe aos pais descobrir como seu filho reage melhor! Confira abaixo alguma dicas:
Rotina
É o momento de mostrar quais são as regras da casa, desde bebê. Saber que, todos os dias, ele vai tomar banho e dormir no mesmo horário, por exemplo, já é um primeiro contato com limites. Só não precisa ficar neurótico e deixar de ir ao aniversário de um amigo no sábado para não atrasar o horário do banho. Permitir-se sair da rotina de vez em quando é saudável para que a criança aprenda a se adaptar em diferentes circunstâncias.
Firmeza
Ao conversar com a criança, olhe nos olhos dela e seja firme, mas sem alterar o tom de voz, pois ela responde mais ao modo como falamos do que às palavras propriamente ditas.
Combinado
É válido em qualquer situação! O recurso é o preferido do professor universitário Luis Mauro Martino, pai de Lucas, 2 anos. “Outro dia ele estava indo para escola e queria comer sanduíche no caminho. Então, eu disse: ‘Vamos primeiro para a escola e na volta a gente come um sanduíche, combinado?’. Ele imediatamente ficou feliz e falou: ‘Combinado’. É assim que vem aprendendo que não pode ter tudo o que quer”, conta.
Exemplo
Quando se fala em limites, o exemplo é fundamental. Se o seu filho está gritando, pare e preste atenção: alguém no círculo social dele deve fazer o mesmo.Quando você respeita o próximo e as regras sociais, ele também o fará com mais facilidade. Por isso, nada de furar a fila, parar na faixa de pedestres ou xingar no trânsito!
Mesmo discurso
Os limites que você dá para seu filho podem ser diferentes dos que seus  irmãos dão para os deles. Afinal, isso depende da cultura, da crença e do jeito de cada um encarar a vida. Por isso, cabe deixar claro, principalmente para tios e avós, quais são as suas regras e pedir para que elas sejam respeitadas.Quando seu filho questionar essas diferenças, explique suas escolhas.
Castigo
Deve estar de acordo como erro e a personalidade da criança, além da idade. Para algumas, fazmais efeito deixar no quarto por algum tempo, para outras, é tirar o brinquedo preferido. Mas um aspecto não há o que discutir: violência só reprime, não educa. A analista de sistemas Michele Rodrigues, mãe de Pedro, de 3 anos, aprendeu isso na prática. Ela era adepta da palmada e achava exagero quando falavam que era uma agressão. Porém, começou a  reparar que Pedro estava ficando violento. “Eu não queria aquilo. Passei a ler sobre o assunto, a controlar minha própria raiva e compreender os motivos dos ataques de birra dele”, diz. Agora, ela se afasta, se acalma e então conversa com ele de maneira tranquila – e já vem notando melhoras no filho.


Reforço positivo
Elogiar sempre funciona (e é muito mais gostoso do que receber uma crítica, não é?). Não aponte só os erros, lembre-se de valorizar os acertos. Se o seu filho não guardou os brinquedos hoje como você pediu, repreenda-o. Mas se amanhã guardar tudo, faça festa! Você verá a alegria nos olhos dele ao ver que foi reconhecido.
Não é não, e ponto
Quando o que está em jogo é a integridade física da criança, como pôr o dedo na tomada ou mexer no fogão, não há o que discutir, certo? É aí que entramos incansáveis “nãos” – não é à toa que, muitas vezes, a primeira palavra que a criança aprende a falar é essa. Vale insistir e desviar a atenção dela para um brinquedo que goste, por exemplo. Esse “não” deve continuar conforme a criança cresce. É o caso de não correr para a rua sozinho, não aceitar presentes de estranhos e não se expor demais na rede social. São situações em que você até vai explicar os motivos, mas não é não, sem grandes discussões.
Fonte: Revista CRESCER, abril de 2014.

CONTOS DE FADAS!



Este lançamento da editora Zahar traz os incríveis clássicos da literatura infantil, muitos deles que até se tornaram filmes, em suas versões originais! Muito interessante para papais, mamães e filhinhos e, é claro, melhor ainda se for lido juntinho!

segunda-feira, 14 de julho de 2014

7 X 1 - O que fica dessa derrota para nossas crianças?

   

    




A Copa do Mundo do Brasil já veio e foi embora, nos deixando alguns legados e uma derrota inesquecível.
Diante do inevitável, como tratar deste assunto com nossas crianças? 
O "#jogapramim" que convocava a seleção canarinho a jogar pelos que ainda não haviam assistido à um título do Brasil fica em stand by até 2018 e o que entra em cena no momento para a maioria dos pais é o "#explicapramim". 
Afinal, o que de relevante aprendemos com esta derrota e precisamos passar para as futuras gerações?

O futebol, paixão nacional, está para as nossas crianças muitos antes da escrita, da leitura ou da visão crítica sobre algum assunto. Desta maneira ele se torna quase que visceral, nasce com a gente esta paixão e a vontade de torcer e gritar por nossos heróis em campo.

Nos últimos meses o país se mobilizou e despertou para novos heróis: Thiago Silva, David Luiz, Marcelo, Oscar e Neymar. Uma seleção de craques que fazem boas campanhas com seus clubes, no entanto, na coletividade da seleção brasileira não funcionaram enquanto time! 

Um time é formado por pessoas que dialogam, tem objetivos e metas em comum, caminham junto, Neste sentido um esporte como o futebol tem muito da vida real e das relações da vida real. É importante mostrar às crianças que os ídolos da seleção de 2014 podem ser reverenciados por talentos individuais, raça em campo, patriotismo, carisma, no entanto, enquanto equipe/time não funcionaram (sem contar com a parte tática e técnica que aqui não está em questão).

Assumir a derrota e que alguma coisa falha não é vergonha alguma e assim também não é para o "7 x 1" para a Alemanha ou a ausência em uma final de Copa. 

Precisamos mostrar às nossas crianças que os ídolos vão continuar a ser ídolos pois, de fato, eles não vão sair do imaginário das crianças já que estas perdoam com facilidade! 

Em termos do "fair play" e da torcida estamos de parabéns! Quem vai se esquecer do David Luiz pedindo à torcida palmas para o James Rodríguez? Reconhecendo seu talento e trabalho para além de sua eliminação no jogo. E as homenagens ao Neymar que lesionado deixou a Copa mas permaneceu o quanto pode com o grupo...

Nós adultos é que precisamos enxergar mais além, em termos da formação de nossos jogadores e de times campeões. Não é dando um "jeitinho brasileiro" na base da emoção, do grito ou da torcida que o bom futebol irá voltar para nossa seleção e sim através de muito trabalho e treino.

Não basta o talento ele precisa ser trabalhado !

De 7X1 ficam 7 idéias e uma certeza:

Idéias
- o trabalho vem antes da vitória
- um time não é um grupo de estrelas
- os esportes ensinam às nossas crianças sobre a vida
- às vezes perder pode ser melhor do que vencer
- devemos aprender com as vitórias e com as derrotas
- os heróis se emocionam 
- os heróis podem fracassar mas não deixam de ser heróis
Certeza
Sempre há tempo para se recomeçar!







Escrito por: Silvia Cupolillo - psicóloga especialista em Psicologia Clínica com Crianças

Limites para a boa convivência na casa dos avós!

Tem coisa melhor do que ir na casa dos avós?
Comer aquela comidinha especial, aprender novas brincadeiras, ser um pouquinho paparicado ou ouvir aquelas histórias que sempre começam com a famosa  frase: "No meu tempo...".
Para que estas idas à casa dos avós não seja um problema para nenhuma das partes e todos consigam conviver "numa boa", a Roda dos Sonhos traz algumas dicas.
Mas vale lembrar que a melhor dica de todas continua a ser a velha e boa conversa entre pais, filhos e avós!