quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Já deu os parabéns para o seu psicólogo hoje?

Dia 27 de agosto é o dia do psicólogo. 

A RODA DOS SONHOS deseja que estes profissionais sejam cada vez mais reconhecidos por sua importância em nossa sociedade e em nosso país!
Psicólogos merecem os parabéns TODOS os dias por seu empenho, cuidado e dedicação à cada tarefa desempenhada. 
Independente de sua área de atuação, o psicólogo sempre vai lidar com o que é humano: sentimentos, emoções, pensamentos, comportamentos e, desta forma, precisa ter empatia pelos outros indivíduos, tendo a capacidade de se colocar no lugar do outro! 
Psicólogos não resolvem problemas, ou encontram soluções, eles ajudam as pessoas à encontrar, resgatar nelas mesmas suas potencialidades, suas soluções... Aliás, "AJUDAR" é a palavra mais presente na rotina de um psicólogo. Nós ajudamos ouvindo, acolhendo, orientando, encaminhando, questionando, fazendo pensar e de outras tantas maneiras! Só podemos ajudar se nos importamos com os outros...

Parabéns para estes profissionais que são cuidadosos, sensíveis e generosos, todos os dias! 




quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Peça a ajuda de seu filho e encontrem o WALLY!


Muito boa reflexão trazida por um pai divorciado, filho de pais também divorciados. Será que os filhos de pais separados se divertem mais?



Na casa do pai
Por Jarbas Agnelli
22.08.2013
Estou chutando, generalizando e certamente dizendo besteira. Mas me parece que filhos de pais separados se divertem mais. Para corroborar com minha absurda tese, tenho uma pesquisa de campo profunda e abrangente feita durante 50 anos: eu. Meus pais se separaram quando eu era bem pequeno. A partir de então os fins de semana com meu pai foram sempre festa. Tudo bem que ele era um criativo publicitário empenhado em nos transformar em publicitários igualmente criativos (e talvez em compensar o tempo ausente). Pintura, desenho, gravações, teatrinho, filmagens e o que viesse na cabeça. Desenhávamos nas paredes do apartamento, fazíamos novelas de rádio gravadas em fitas cassetes (para serem ouvidas por nós mesmos) e raramente parávamos diante da TV. 
Como posso eu dizer que tudo seria diferente se ele tivesse morado em casa? Por que ele foi morar. Anos depois os dois resolveram se juntar de novo, na minha adolescência. E apesar da alegria de tê-lo em casa todos os dias, a festa nunca mais foi a mesma. 
Agora, sou um pai separado e me vejo nesta certa angústia (boa) de fazer do tempo junto com a Nina o melhor possível. É claro que ela tem só 4 anos e não há pressa alguma. Temos a vida inteira pela frente. Mas recebi essa herança de meu pai. A herança da risada, da bagunça, do chão, de fazer dos minutos horas, das horas memórias, da sala um atelier, da vida um teatro, do filho um pupilo, um amigo, um parceiro. 
Não sei se existe tal diferença. Era eu outro pai quando morávamos todos sob o mesmo teto? Provavelmente não. Acho que essa diferença eu inventei para poder reviver meus saudosos dias de filho de pais separados e, de alguma maneira, voltar a ser criança ao lado da Nina. A mesma criança que meu pai foi ao meu lado.
Fonte: Revista Pais e Filhos Edição de agosto de 2014.

Uma tirinha de Mafalda para animar o dia!


segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Você ama ler e quer que seu filho tenha esse hábito?

Academia Americana de Pediatria recomenda a leitura para bebês desde o nascimento
O objetivo é estimular os pais a incluírem esse hábito na rotina. Especialistas apontam que ler para a criança fortalece o vínculo e estimula a aquisição da linguagem no futuro. 

Mãe lendo livro para bebê (Foto: Shutterstock)
Folhear as páginas, admirar as ilustrações, sentir o cheiro do papel e descobrir uma nova história. Ler um livro é quase uma poesia. Agora imagine fazer isso para o seu bebê, desde os seus primeiros dias, com a certeza de ter uma série de benefícios em um futuro breve.
Essa é a nova recomendação da Academia Americana de Pediatria (AAP), baseada em muitos estudos que comprovam que ler para o seu filho - desde o nascimento - estimula o cérebro e reforça o vínculo entre filhos e pais. 
“As crianças desenvolvem a linguagem, o aprendizado da leitura e adquirem capacidades emocionais importantes para o resto de suas vidas”, explicou em nota a AAP. Para a pediatra Pamela C. High, autora da nova conduta, fortes evidências científicas mostram que o fato de o pediatra, durante a consulta, recomendar a leitura em casa pode fazer a diferença na vida das crianças e de suas famílias.

O escritor Ilan Brenman, doutor em educação e colunista da CRESCER, comemora a recomendação. Como autor de livros (Até as Princesas Soltam PumClaraTelefone sem Fio)  e pai de duas meninas, a Lis, de 10 anos, e a Íris, 7, ele sabe como a literatura é capaz de criar vínculos fortes na família. “O bebê entende que aquele é um momento em que a atenção do pai ou da mãe é só dele e, com o tempo, pede pelas histórias. Foi assim com as minhas filhas que, com poucos meses, já engatinhavam pela casa em busca de livros e entregavam para mim ou para a mãe. Elas queriam ouvir histórias e nós éramos os portadores das palavras. Não existe relação mais bonita”, conta.

Para a psicóloga Melina Blanco Amarins, do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), a leitura deve ser um momento de prazer. “Para que isso aconteça, pai e mãe devem estar despreocupados, com a mente livre, para também curtir a história com a criança. E, por isso, não existe uma regra de horário ou do melhor jeito. Cada família vai descobrir o seu ao ver a expressão do bebê diante de uma voz diferente, de uma música, de uma gargalhada”, explica a especialista.

Quando se fala em desenvolvimento da linguagem que a contação de histórias proporciona às crianças, Ilan ressalta que, ao ouvir o pai ou mãe lendo um livro, a criança escuta um tipo de narração diferente da nossa fala coloquial, aquela que usamos no dia a dia. “Ela vai aprender palavras e expressões novas e vai guardar na sua memória para usar em um futuro breve.”

O melhor jeito de começar essa relação com seu filho é fazer uma visita a livrarias ou bibliotecas ainda na gravidez. Aqui no site CRESCER, você encontra a Lista dos 30 melhores livros infantis do ano, que pode ajudá-lo. Você vai descobrir que existem verdadeiras obras de arte na literatura infantil. Compre alguns, separe as suas histórias e personagens preferidos. Quando a criança nascer, apresente a ela e deixe que tenha contato com os livros. “Elas colocam na boca, fazem de cabaninha, exploram as obras de forma diferente. É assim que criam proximidade com o objeto e com as histórias”, completa Ilan.

E quando você tiver vontade de ler um livro para o seu filho, não se preocupe com a hora ou o lugar, apenas faça. Esse, certamente, vai se tornar mais um dos momentos inesquecíveis entre vocês!

4 dicas para contar histórias para bebês

- Na hora de apresentar um livro, escolha histórias curtas, mas que tenham um enredo que você também goste;

- Prepare o ambiente, coloque o bebê no colo e conte a história sem pressa;
- Bebês adoram histórias com repetição, grandes ilustrações, poemas e brincadeiras com palavras;
- Embora conheçam tudo com as mãos e a boca, não quer dizer que só precise ser de plástico para não estragar. Vá, aos poucos, ensinando que livro não se põe na boca, não se rabisca, nem rasga...
Fonte: http://revistacrescer.globo.com/Bebes/Desenvolvimento/noticia/2014/07/academia-americana-de-pediatria-recomenda-leitura-para-bebes-desde-o-nascimento.html

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Pare e pense! O que você tem cativado?


Meu Irmãozinho me Atrapalha - Ruth Rocha


Eu tenho um irmãozinho que se chama Pedro.
A gente chama ele de Pedrinho. 

Ele é bem bonitinho e eu gosto muito dele. Acho que eu gosto.

Antes que ele nascesse eu vivia chateando a minha mãe pra ela me arranjar um irmãozinho.

Eu até andava pra trás, porque quando uma criança anda pra trás, 
é porque ela vai ganhar um irmãozinho.


E fui eu que escolhi o nome dele: Pedro, que é o nome do meu melhor amigo. 

E no dia que ele nasceu, eu fui no hospital visitar minha mãe 
e meu pai botou ele no meu colo! E ele era tão pequenininho!

Eu até achei que eu tinha que tomar conta dele sempre!

Mas às vezes, meu irmãozinho me atrapalha!
Ele é muito pequeno e não sabe brincar das coisas que eu sei!
E ele se mete nas minhas brincadeiras e atrapalha tudo!

E a minha mãe fica me enchendo, que ela quer que eu leve ele pra todo lugar que eu vou: 


pra brincar na areia, pras festas de aniversário, pra ir ao shopping com meu pai.

Quando a gente sai na rua, todo mundo fica dizendo:
“Que bonitinho!”
“Que engraçadinho!”
Eu não acho graça nenhuma, que eu quero andar depressa e ele não sabe andar depressa...

E se eu quero comprar alguma coisa a minha mãe diz:
“Você já ganhou um presente hoje! Agora é a vez do Pedrinho!”

Antigamente, meu pai me contava uma história, antes de dormir.
Mas agora, ele não quer fazer barulho, pro Pedrinho não acordar! 



Então ele me leva pra sala, pra contar histórias, e eu acabo dormindo no sofá!



E os meus tios e os meus primos, quando eu chego na casa da vovó, 

só ficam brincando com o Pedrinho e não ligam mais pra mim...


E quando o Pedrinho fica doente? 

Todo mundo só quer saber dele, só manda eu ficar quieto, pra não acordar ele, 
e todo mundo traz presentes pra ele e esquece de me trazer presentes...


Mas no outro dia eu estava um pouquinho doente. 

Aí minha mãe nem foi trabalhar pra ficar comigo
 e a minha tia passou o dia todo me agradando e meu pai me trouxe um monte de brinquedos. 
É! Aquele dia foi bom! 


Também foi bom no outro dia, quando a vovó veio lá em casa, 

e todo mundo estava fazendo festa pro Pedrinho, e ela disse: 
“Eu quero é ver o Miguel! Que eu gosto muito do Miguel!”
Aí minha avó me pegou no colo, me contou um monte de histórias 
e disse que eu já estava ficando muito grande e muito bonito! 
Ela até falou que ela gostava de brincar comigo, 
porque eu sei brincar de uma porção de coisas, que o Pedrinho ainda não sabe. 


E quando meu amigo veio na minha casa e disse que não queria brincar com o Pedrinho 

que ele era chato, eu fiquei louco da vida e disse que meu irmão não era chato, nada! 
Só se fosse o irmão dele! 


Porque o Pedrinho é bem bacana! 

Ele anda de um jeito diferente, e ele fala umas coisas engraçadas. 
Ele brinca comigo de carrinho e de pegador e a gente joga bola junto


E eu boto ele no carrinho de brinquedo e empurro pela casa toda, e ele ri muito e eu também. 



Está certo que às vezes criança pequena atrapalha. 

Mas também, às vezes, criança pequena é bem divertida! 
E sabe de uma coisa?
Eu não acho que eu gosto dele. 

Eu sei que eu gosto muito, muito mesmo do meu irmãozinho!

Fonte: http://www2.uol.com.br/ruthrocha/

Dia dos pais!

Parabéns aos pais por todos os dias e também para as filhas e mães, que não seriam nada sem eles...


quarta-feira, 13 de agosto de 2014

Que tal brincar com seu filho com as brincadeiras da sua infância?

Já pensou que as brincadeiras que VOCÊ brincava em sua infância estão caindo em desuso e talvez seu filho nunca venha à saber nem da existência delas? 
Que tal então se você as ensinasse aos seus filhos? 
A Roda dos Sonhos apoia esta idéia! 
Afinal, quem melhor do que você para trocar suas próprias experiências infantis com seus filhos?



Amarelinha
Joga, pula e agacha! Para brincar de amarelinha é preciso desenhar no chão um caminho dividido em casas numeradas. Após jogar uma pedrinha em uma casa - em que não poderá pisar -, a criança vai pulando com um pé só até o fim do trajeto. Ao chegar, deve retornar, apanhar a pedrinha e recomeçar, dessa vez, atirando a pedra na segunda casa e depois nas seguintes até passar por todas. O participante não pode pisar, perder o equilíbrio ou jogar a pedra na risca nem atirá-la fora da risca. Se isso acontecer, ele perde a vez. Vence quem completar o percurso primeiro. 

Pular corda

"Com quem você pretende se casar?" Você já pulou corda cantando esta música? A brincadeira funciona mais ou menos assim: duas crianças batem a corda bem próxima ao chão, enquanto as outras pulam. Os saltos devem seguir uma sequência determinada e mudam de acordo os comando de voz indicados na cantiga. A altura da corda vai aumentando aos poucos. A brincadeira termina quando resta apenas um participante capaz de pular a corda àquela altura. 


Pique-bandeira
A brincadeira é assim: as crianças são divididas em dois times de três a sete participantes. Cada grupo fica com um lado da quadra. Na linha de fundo do campo de cada grupo fica a bandeirinha do time. O objetivo do jogo é roubar a bandeira do adversário e proteger a sua, tudo isso atravessando os campos correndo. Se algum participante for pego, ele precisará ficar paralisado no lugar. O time que resgatar a bandeira primeiro é o grande vencedor! 

Pular elástico

A brincadeira de elástico vai ficando mais difícil conforme sobe a altura dele, que começa nos calcanhares e vai até o pescoço. O ideal é que duas crianças fiquem aproximadamente 2 metros afastadas uma da outra, enquanto a outra se posiciona no centro do elástico para fazer todos os movimentos da cantiga. É megadivertido! Pode pular com os dois pés em cima do elástico, com os dois pés fora dele, saltar com um pé só e depois com o outro. Se errar, o participante troca de posição com um dos colegas que estão segurando o elástico. 


Esconde-esconde
Esta brincadeira é fácil! Uma criança deve ser eleita como pegadora. As demais precisam correr para de esconder e fugir dela. Quem for apanhado assume a posição de pegador. Os participantes podem, também, escolher um pique, local designado pelo grupo como neutro, onde se fica a salvo. 


Bolinha de gude

Para brincar de bolinhas de gude, primeiro, cava-se um buraquinho, conhecido como poça. Ao acertar a bolinha dentro do buraco, o participante ganha o direito de lançar sua bolinha contra as dos adversários. As bolinhas atingidas são conquistadas. Se errar, a vez passa para o próximo. O jogo acaba quando um participante conseguir ganhar todas as bolinhas. 


Queimada

Vamos brincar de queimada? Primeiro, os jogadores devem ser divididos em duas equipes - cada uma ocupa metade da quadra. Neste jogo, a bola é usada para atingir membros do time rival. Se eles conseguem agarrá-la, estão salvos. Se são queimados (quando a bola tocar alguma parte do corpo deles e cair no chã), vão para o fundo do campo adversário, chamado morto ou cemitério. Vence o time que eliminar todos os participantes da equipe concorrente. 


Cinco-marias
As "marias" são saquinhos de pano cheios de areia. O objetivo deste jogo é pegá-las do chão, jogando cada uma delas para o alto sem soltar as anteriores, em sequências cada vez mais difíceis. Quem erra perde a vez e depois retoma de onde parou. Ganha quem avançar mais fases. 

Passa anel

Uma criança fica com o anel, enquanto as outras do grupo se sentam uma ao lado da outra com os braços apoiados no colo e com a palma das mãos unidas. A "escolhida" segura o anel entre a palma das mãos e passa as mãos pelas mãos dos amiguinhos. Quando resolve parar, abre as mãos mostrando que estão vazias e pergunta para um dos participantes: "Com quem está o anel?". Se ele acertar, será o próximo a passar. Se errar, quem recebeu o anel é que passará.


Adoleta

"A-do-le-tá, Le-pe-ti pe-ti-pe-tá, Le café com chocolá. A-do-le-tá..." Há inúmeras brincadeiras feitas com as mãos, cada uma com músicas e movimentos específicos, como adoleta e babalu, mas no geral todas são bem parecidas. Primeiro, começa-se batendo as palmas e fazendo os gestos devagar. Com cuidado, todos vão aumentando a velocidade para não errar. 

Fonte: http://mdemulher.abril.com.br/familia/fotos/filhos/10-brincadeiras-antigas-criancas-755228.shtml#1

10 Dicas práticas para a melhor alimentação do seu filho! - por Gabriela Kapim (nutricionista).


Esses 10 mandamendos abeixo foram estipulados pela nutricionista Gabriela Kapim, do programa que sugerimos na última postagem. Parece que funcionam!!!