quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Orientação Profissional X Orientação Vocacional
Em outubro de 2011 o jornal O Globo trouxe por Amanda Moura uma reflexão sobre as diferenças entre esses dois trabalhos de orientação. Vale à pena a leitura abaixo:
O termo "orientação vocacional" ainda está muito
atrelado no imaginário da sociedade aos antigos testes aplicados em estudantes.
Porém, o momento de descoberta do ofício a seguir pode ser bem mais complexo. A
orientação profissional, por exemplo, vem como um método complementar, que pode
tornar a decisão mais embasada. Entender a diferença entre as duas linhas e o
que cada uma aborda é essencial para que elas possam servir como um auxílio
nesse momento e não como mais um obstáculo para essa escolha tão importante.
- A orientação vocacional pretende ajudar a pessoa a conhecer o seu
perfil e, assim, perceber quais são suas áreas de interesse, o que vai bem além
dos testes. Porém, apresentar apenas essa informação deixa o jovem perdido em
um mar de opções. Aí que entra a orientação profissional, já que para optar por
determinada carreira é preciso ter conhecimento da mesma - explica André
Moraes, sócio-diretor da Talento e Profissão, empresa especializada em orientar
jovens quanto à escolha profissional.
O aspecto de complementaridade entre os segmentos também é destacado por
Rubens Gurevich, CEO da Your Life, do Grupo Thomas International, empresa de
gerenciamento de carreira.
- A vocação está ligada ao aspecto comportamental do estudante e o lado
profissional tem um enfoque mais técnico. Os dois caminham juntos e precisam
ser explorados para que o indivíduo tenha mais êxito na sua decisão. Passar por
esses procedimentos não garante uma escolha acertada, mas facilita para que o
caminho seja escolhido com mais sensatez - diz Gurevich, que complementa que,
após a escolha profissional, a vocação volta a entrar em cena, já que as
profissões, a cada dia, oferecem múltiplos caminhos a seguir.
Tanto Moraes quanto Gurevich têm o pensamento de que os já citados testes
vocacionais estão defasados. Saulo dos Santos, psicólogo e membro do grupo de
trabalho de avaliação psicológica do Conselho Regional de Psicologia do Rio de
Janeiro (CRP-RJ), acredita na validade desse tipo de testagem, porém, pondera
sobre o modo como este deve ser utilizado.
- A avaliação psicológica de uma pessoa que pretende escolher a sua
carreira não pode estar ligada somente aos testes. Isoladamente, eles não são
suficientes. É necessária uma análise do contexto sócio-econômico, familiar,
político, dentre outros aspectos, da pessoa, através também de observação e
entrevistas. Os vinte minutos de aplicação de uma avaliação não podem ser tão
decisivos.
Fonte:http://oglobo.globo.com/economia/emprego/entendendo-diferenca-entre-orientacao-profissional-vocacional-2745279
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
As dúvidas mais comuns que surgem com a ESCOLHA PROFISSIONAL!
JANEIRO JÁ É SIM ÉPOCA DE SE PENSAR SOBRE VESTIBULAR, ESTUDOS E FUTURO. AS PROVAS E OS CURSINHOS DAQUI À POUCO SE INICIAM E FAZER A ESCOLHA PROFISSIONAL NESTE MOMENTO PODE SER DIFÍCIL E COM MUITAS DÚVIDAS. PORTANTO, QUANTO MAIOR ANTECEDÊNCIA PARA SE PENSAR SOBRE ESTA ESCOLHA HOUVER, MELHOR!
Algumas das maiores dúvidas dos nossos jovens encontram-se abaixo nesta postagem. Neste mês a RODA DOS SONHOS vai trazer dicas e reportagens voltadas para o tema da ESCOLHA PROFISSIONAL, fique de olho!
Como faço pra me decidir sobre qual faculdade cursar?
Será que a carreira que eu escolhi vai me trazer retorno no futuro?
Tenho algumas opções de curso em mente. Opto por aquela que me identifico ou por aquela outra que trará maior retorno financeiro?
Me interesso por diversas áreas do conhecimento. Como me decidir?
Nenhuma área me atrai. Como posso escolher?
Como posso ter certeza de que fiz a escolha certa?
E se eu tomar a decisão errada?
Creio que não tenho habilidade para o curso que escolhi. Que devo fazer?
E se eu quiser fazer dois cursos ao mesmo tempo? Vale a pena?
Meus pais acreditam que eu deva seguir uma carreira quando na verdade quero outra completamente diferente. O que fazer?
O que devo considerar para escolher a universidade onde estudar?
Será que consigo passar no vestibular para o curso que quero?
NÃO DEIXE DE PESQUISAR!!!
SITES INTERESSANTES PARA VOCÊ QUE TEM MUITAS PERGUNTAS E POUCAS RESPOSTAS:
http://vestibular.brasilescola.com/
http://guiadoestudante.abril.com.br/
http://www.mec.gov.br/
http://g1.globo.com/educacao/index.html
http://www.infoescola.com/profissoes/
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O que você vai ser quando crescer?
Sonhos de criança podem não ser viáveis. A decisão pela profissão só vem com o amadurecimento
Quando criança, sabemos ao certo o que queremos ser quando crescer: bailarina, jogador de futebol ou pop star. Embora essas opções pareçam ser definitivas, o amadurecimento nos faz perceber que as fantasias da infância não nos levariam a lugar algum.
Possivelmente, o desejo de ser bailarina não era calcado na rotina de dedicação integral e cansativa dos ensaios e atividades físicas pelo qual elas têm de passar, mas sim no glamour das roupas e maquiagem e na possibilidade de ganhar a vida dançando. Ser jogador de futebol parecia ser divertido aos olhos dos garotos, quer coisa melhor que ficar rico e famoso para “brincar” de jogar bola? E ser um astro pop então? Aparecer na televisão, viver rodeado por uma multidão de fãs, fazer shows pelo mundo iluminado por grandes holofotes é a fantasia de quase toda criança, mas com o amadurecimento esses devaneios dão lugar a uma perspectiva real: agora é preciso decidir, de fato, a carreira a seguir.
Autoconhecimento
Nem todos têm facilidade para uma escolha imediata. Para decidir a melhor profissão a ser seguida é preciso, antes de tudo, se conhecer melhor. O autoconhecimento nos possibilita balizar nossas vontades, podemos ter várias carreiras em mente, mas o caminho certo, aquele que trará felicidade e sucesso profissional, só vem quando nos conhecemos. É preciso fazer previsões. Será que daqui a três ou trinta anos estarei feliz lidando com os assuntos próprios da profissão que tanto me empolgam hoje?
A carreira, é claro, tem de proporcionar diversão. Um profissional que trabalha de bem com a vida rende mais e se sente realizado. Em contrapartida, aqueles que embarcam em uma carreira somente pela possibilidade de ascensão social podem acabar frustrados e sem dinheiro por não se destacar no mercado de trabalho. O ganha-pão tem de unir habilidade e sustentabilidade. De nada adianta sonhar com algo que não é possível ser transformado em atividade profissional.
O amadurecimento é o principal aliado na hora de definir a carreira. É claro que os outros, principalmente a família, vão dar um palpite aqui, outro ali. Porém, o que faz a diferença é a sua capacidade de captar as sugestões construtivas e descartar as especulações. Você pode ouvir: “o mercado para essa profissão está saturado”, “não se ganha bem”, “é difícil conseguir emprego”. Não dê ouvidos! Se você fez uma opção madura e calculada, vá em frente. Ninguém é dono da verdade. A opinião de outra pessoa sobre a profissão que você deseja seguir pode ser, sim, diferente da sua. Afinal, o grande número de carreiras existe para agradar a gregos e troianos.
Decisão
Se o problema é a decisão, faça o seguinte exercício: identifique as disciplinas que você mais gosta na escola, perceba se gosta de trabalhar em grupo ou sozinho, em espaços calmos ou badalados. Pensar no futuro local e condições e trabalho ajuda a afunilar o leque de possibilidades que você cogita.
Lembre-se, preferências mudam com o tempo. Pode ser que você sempre tenha desejado uma profissão, mas em algum momento tenha chegado a pensar em outra. Talvez a afinidade com a carreira dos sonhos fale mais alto, mas, se isso não acontecer, tenha coragem de arriscar, considere o momento do setor escolhido e faça estágio se for possível; a experiência traz conhecimento do mercado e vivência profissional.
A convivência com um profissional da área almejada também é uma boa chance para se decidir. O dia-a-dia da carreira, os aspectos positivos e negativos só podem ser falados com propriedade por quem já trabalha no setor. Outra indecisão pode vir da semelhança de cursos da mesma área, como Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas. A saída pode estar na leitura dos currículos dos cursos, na visita às universidades que oferecem as graduações e, principalmente, em uma boa conversa com profissionais graduados.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2015
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